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BLOGUE 30 Outubro, 2015 0 Comments

A Terra vista do Espaço

A Terra vista do espaço, foi um sonho tornado realidade através da “The Blue Marble”  a 7 de dezembro de 1972 pela tripulação da missão Apollo 17. Foi então esta a primeira imagem completamente nítida de uma face iluminada do Planeta Terra.

Os quase 50 anos que nos separam desta imagem coloca-nos a nu o salto tecnológico feito até agora. De lá até aos dias de hoje temos astronautas constantemente em órbitra sobre a Terra a mais de 340km de altitude, só possível através da Estação Espacial Internacional ou EEI. A EEI é no fundo um laboratório no espaço que viaja na órbita terrestre a mais 27.700 km/h, e completa 15,77 voltas à Terra por dia. Recomendo uma visita à página oficial da NASA e da EEI em https://www.nasa.gov/mission_pages/station/main/index.html.
Caso se pretenda algo ainda mais interessante pode mesmo ver o funcionamento diário deste laboratório único. Com uma ida a este endereço http://www.ustream.tv/channel/live-iss-stream tem acesso a uma câmara que mostra em directo a vida dentro da Estação Espacial.

Para telemóvel “A Terra vista do Espaço” pode ser encontrada na aplicação ISS onLive para android. É uma escolha que eu pessoalmente recomendo.

 

Estação Espacial Internacional

Vista em aproximação à Estação Espacial Internacional

Interior da Estação Internacional

Interior da Estação Internacional

configuracao eei

Configuração da Estação Espacial

Fotografias obtidas na Wikipédia

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BLOGUE 26 Outubro, 2015 0 Comments

IX Feira de Rua da Castanha, do Mel e Artesanato no Coentral

É já nos dias 7 e 8 de Novembro que se realiza a IX Feira de Rua da Castanha, do Mel e Artesanato no Coentral com a organização da União de Freguesias.
Esta é daquelas feiras em que não se almeja o “comercial”, como outras. Esta é sim uma festa terra-à-terra, das gentes de uma aldeia bem cravada na Serra da Lousã com costumes e com muita história e “estórias” para contar.

Fazendo um apontamento mais pessoal, ter o privilégio de conseguir captar um momento, um olhar, uma singularidade e poder partilhar convosco através da imagem do cartaz é algo que me enche de orgulho, podem crer, afinal sou Coentralense, sempre!

Estou convicto que aqui, nesta feira e não só, se podem criar condições para novas oportunidades e novas aventuras como o lançamento de um livro do Jorge Bento no ano passado. Uma fantástica recolha de recortes noticiosos e na qual lhe agradeço o facto de ter encontrado um magnífico tesourinho sobre o baptizado do meu Pai.

Na Feira deste ano, e porque no cartaz encontram lá toda a agenda, queria aqui dar o devido destaque a um facto e apesar de infelizmente já não podermos contar com a sua presença em vida, o lançamento de um livro com versos de Silvério Nevado intitulado “Pensando em ti”. Pelas 16h de sábado no edifício da antiga Junta de Freguesia, mais uma obra literária de um Coentralense é lançada. Termino deixando o convite para marcarem presença nesta apresentação deste livro e também nos dois dias de Feira.
Ficam em baixo algumas imagens da Feira de Rua do ano passado.
Um abraço,

Feira-Rua-Coentral-2014-3

Feira de Rua 2014

Feira-Rua-Coentral-2014-2

Feira de Rua 2014 – Noite (Baile)

Feira-Rua-Coentral-2014-1

Feira de Rua 2014 – Exposição de Fotografia

 

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BLOGUE 21 Outubro, 2015 0 Comments

Poço Corga em Castanheira de Pera

A Praia Fluvial do Poço Corga, ou simplesmente Poço Corga é um local que não é fácil de adjetivar a não ser que se faça a devida deslocação para pessoalmente poder adquirir uma opinião. Este local fica a meio de um vale na vertente sul da Serra da Lousã, a cerca de 5km da Vila de Castanheira de Pera. Neste vale “corre” a Ribeira de Pera, união das Ribeiras das Quelhas, do Coentral e do Cavalete, futuramente falarei de cada uma delas. É então a Ribeira de Pera que alimenta esta Praia Fluvial, e que nos meses do verão refresca milhares de visitantes.

O Poço Corga é uma Praia acessível a todos, com casas de banho e bar por perto assim como um Carvalhal centenário para merendar. Existe um antigo lagar transformado em espaço museu assim como um Parque de Campismo. Para chegar a esta praia basta uma deslocação de cerca de cinco minutos após a chegada a Castanheira de Pera em direção à serra. Chegar é bastante fácil portanto. De realçar que nada neste local seria possível sem a qualidade das águas, que durante todo o ano tem um caudal considerável.

Carvalhal Poço Corga
O Poço Corga no Inverno
Nesta altura do ano a tranquilidade já conhecida do verão, atinge níveis quiméricos. É absolutamente imperioso parar, olhar em volta e voltar a parar. É possível fazer pequenos percursos circulares ou tentar estender ao longo da ribeira uma caminhada pelos antigos caminhos de rega ainda existentes. A flora existente, a diversidade de luz é um atrativo sempre constante, daí uma visita nesta época do ano é algo a não colocar de parte e se for amante de fotografia de certo que irá conseguir obter fotografias com resultados muito interessantes.


Fotografia 1: Poço Corga Outonal
Fotografia 2: Carvalhal Centenário
Fotografia 3: Panorama geral da Praia Fluvial no verão

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BLOGUE 16 Outubro, 2015 0 Comments

Os filmes vintage da Huntley

A Huntley Film Archives, apresenta-se como sendo das maiores bibliotecas de filmes independentes do Reino Unido, assim se pode ler no seu sítio da Internet em http://www.huntleyarchives.com/.

Mas não é no sítio da Internet da Huntley que nos vamos focar, vamos sim focar-nos no Canal do Youtube que é um autêntico tesouro a descobrir. São milhares os documentários antigos disponíveis e de vários locais espalhados por todo o mundo. É possível por exemplo, descobrir Portugal na década de 40, 50 ou 60 e ver desde Lisboa a Vimieiro entre tantas outras localidades. Também Salazar é visto por lá. Geograficamente mais perto, pude ver o Castelo da Lousã, a aldeia do xisto do Candal com os seus rebanhos e os Poços da Neve do Santo António da Neve. Preciosidades claro está.
Podem atestar em baixo alguns dos vídeos apresentados.



Canal Huntley Film Archives

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BLOGUE 11 Outubro, 2015 5 Comments

As Casas dos Guardas Florestais

Hoje os guardas florestais incorporados na Guarda Nacional Republicana, também com a relevância que lhe é devida e merecida, deixaram de dar um uso pleno a estas casas.
Mais de um milhar destas edificações espalhadas de norte a sul com o objetivo de acolher, não apenas o Guarda Florestal mas também a sua família, foram construídas no auge da exploração florestal e quando esta constituiu uma prioridade económica do Estado há várias décadas atrás.

 

Eram em locais estratégicos nas matas nacionais, que estas habitações eram construídas. Não se confinavam apenas à habitação em si, mas tinham também acesso a muita água e algum terreno de cultivo assim como pequenos anexos para criação de galinhas, coelhos ou porcos. Isto apesar da maioria das vezes as localizações serem longe das ideais para este efeito. Mas arranjar meios de alguma subsistência era primordial e aqui tanto o Guarda, como a Esposa e os Filhos tinham um papel fundamental.

 

Olhando agora para a figura do Guarda Florestal do antigamente, este fazia da fiscalização a sua atividade, percorrendo uma determinada área denominada de Cantão. O Guarda Florestal era um conhecedor nato de toda a área florestal à sua responsabilidade e temido por todos, principalmente dos que prevaricavam.
Desde a gestão nas épocas da caça e pesca, à simples autorização de um corte de uma árvore ou mato para os animais, este era o trabalho do Guarda Florestal. Neste tempo, a fiscalização era feita a pé, os guardas eram pessoas respeitadas mas também eles de poucas posses, logo com alguma sensibilidade para a extrema pobreza da época. Acabavam muitas vezes, apesar de sujeitos a ordens superiores, de fechar os olhos a uma ou outra árvore que se cortava ou já estaria seca por uma trovoada e deixavam que os populares de aldeias localizadas em locais também eles inóspitos, as levassem. Os Invernos eram rigorosos e as casas bastante frias, a maioria sem lareiras apenas com braseiras e o… pobre do fumeiro logo por baixo da telha serrana.

 

As Casas dos Guardas Florestais são autênticos museus vivos da figura do Guarda Florestal que hoje os mais novos já vão desconhecendo. Umas vendidas outras perdidas pelos montes e dada a malfadada desertificação, estão sujeitas a todo o energúmeno que gosta de destruir o património de todos nós. São cada vez mais as ruínas e as histórias que vão sobrando, sendo que o meu avô ainda hoje me vai contando algumas. Talvez chegue o dia, em que todas histórias de tanto serem contadas, se tornem lendas.

Casa do Guarda no Figueiredo
Fotografia 1: Casa do Guarda das Hortas
Fotografia 2: Casa do Guarda do Figueiredo,
nome do último Guarda que habitou nesta casa

 

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BLOGUE 7 Outubro, 2015 0 Comments

Livros do Google: Pesquise e Surpreenda-se !

O Google Livros ou Google Books é uma ferramenta de trabalho ou lazer por vezes descurada, no entanto cada vez mais as suas valências têm de ser levadas em conta. O Google Livros é um Serviço que identifica textos completos de obras literárias, ou seja quanto efectuamos uma pesquisa neste serviço, a google apresenta-nos até três resultados tendo como apoio na visualização as próprias páginas dos livros em questão. Por questões de direitos autorais a google limita em tamanho do texto e páginas visualizáveis, no entanto já existem imensas publicações completas.images.livrariasaraiva.com.br

Na imagem acima, capa do livro “Como fazer Turismo de qualidade a Baixo Custo” pode clicar, abrir numa nova página e ler a obra completa sem qualquer custo. Como cheguei até este livro? Pesquisei no “Google Livros” por “Coentral”. Este foi um dos resultados, mas cheguei a outros como por exemplo esta obra 1762, “Mappa de Portugal Antigo e Moderno” por Joao Bautista de Castro, de onde se retiram os seguintes textos:
“Pera – He rio menor que o Zêzere onde se embebe cerca a Villa de Pedrógão e utiliza a de Figueiró com a copia de seu peixe Deste rio se lembra Camões”. Referência à Ribeira de Pera e também ao Altar do Trevim ou conhecido apenas de forma comum como Trevim, como se pode ver a seguir. “Altar de Trevim. He huma serra que fica no termo da Louzã, demasiadamente áspera , e empinada , de cuja eminência se avistaõ muitas Villas, e Lugares , que causaõ aos olhos agradável perspectiva. Tem muita caqa, ecria porcos montezes, e lobos, •naó sem prejuízo dos gados que por alli pastaó.”
Fantásticos trechos que se podem ler, sem sair do nosso lar. Muito mais há para ler neste livro, recomendo que o façam.
Penso terem ficado com uma melhor percepção do uso que podem então fazer do Google Livros. Boas pesquisas e boas leituras a todos !

 

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BLOGUE 2 Outubro, 2015 0 Comments

Contemplar a Brama na Serra da Lousã

A BRAMA
A Brama do Veado (Cervus elaphus), ocorre no final do verão início de outono. Pelas encostas de toda a Serra da Lousã são audíveis longos e fortes bramidos destes majestosos animais. A altura do dia indicada para uma melhor observação deste espectáculo é durante a manhã e final da tarde, sendo que pela noite a actividade é também ela bastante intensa.
A Brama é no fundo a época de acasalamento desta espécie. Os bramidos têm a ver com uma procura do domínio das melhores zonas, intimidando a concorrência e ao mesmo tempo as zonas que terão um bom número de fêmeas. Pode haver confronto físico através das suas hastes, sendo que este é um cenário muito pouco provável. Esta procura e domínio do território duram vários dias, até que algum grupo de fêmeas fique receptiva à cópula.
Brama Serra da Lousã

ENQUADRAMENTO HISTÓRICO
O Veado terá sido “extinto” nesta zona pela ocupação humana, mas foi entre 1995 e 1999 que voltou a ser reintroduzido com cerca de 100 animais. Hoje estimam-se que sejam cerca de 900 a deambular pela Serra da Lousã.
O controlo da espécie, dado que não há predadores naturais é feito através da caça, sendo a
caça ilegal um dos maiores problemas, ainda para mais nesta época do ano. Por outro lado, temos a destruição de pequenas culturas nas aldeias e esse é outro problema, o habitual “choque” entre os humanos e os animais.

Veado Serra da Lousã
FOTOGRAFAR
Conseguir fotografar estes imponentes animais em estado selvagem, e a titulo pessoal não gosto que se utilize o termo “Caça Fotográfica”, como por aqui e por ali vou lendo, é algo arrebatador. Esta altura do ano por si só é um convite perfeito para o almejar.
Recomendo que se leve para além do equipamento e vestuário adequado, uma boa dose de boa disposição. Respeitem obviamente toda a natureza que vos rodeia durante a caminhada, o silêncio é primordial assim como a, paciência.

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BLOGUE 30 Setembro, 2015 0 Comments

Elementos: História Versus Progresso

Continua a proliferação de novos Parques Eólicos por terras de Portugal. A foto que utilizo para ilustrar este artigo situa-se no Cabeço do Pereiro, mais conhecido por Santo António… da Neve. Este local icónico, num dos pontos mais altos da Serra da Lousã, pertence ao Concelho de Castanheira de Pera e tem uma história incalculável.
Fazendo um compêndio, era neste local que há mais de 200 anos era recolhida neve no inverno para os sete Poços existentes na altura, sendo que agora existem apenas três estando classificados como Imóveis de Interesse Público desde 1986. Também a Capela, que se vê na fotografia edificada exatamente duzentos anos antes, 1786 está classificada de Imóvel de Interesse Público. Da neve recolhida no Inverno, ficava o gelo que era depois comercializado nos meses de Verão. O transporte da neve era feito em carros de bois em que estes seguiam por caminhos mais ou menos sinuosos até Constância. Daqui, a viagem continuava em barcos até ao Terreiro do Paço, em Lisboa, e posteriormente vendidos para a Casa Real bem como para vários cafés, sendo o conhecido Café Martinho da Arcada um deles, em que por fim transformavam o gelo em gelados. Mas para uma leitura mais exaustiva, aconselho bastante seguir o seguinte endereço, .

Olhando agora para o… Progresso.
Os Parques Eólicos vieram em grande força para Portugal de há quinze anos por aí a esta parte. Apesar de pouco se falar, a Energia Eólica que é uma energia renovável é sujeita a várias interpretações quanto à sua mais valia.
Como vantagens temos a compatibilidade com outros usos e utilizações do terreno, emprego, investimento em zonas desfavorecidas, benefícios financeiros para proprietários dos terrenos. A energia eólica tem reduzido a elevada dependência energética do exterior, nomeadamente a dependência em combustíveis fósseis.
Olhando agora para as desvantagens. Temos desde logo o impacto visual considerável. A instalação dos parques eólicos gera uma grande alteração na paisagem, assim como também o efeito sonoro feito pelas pás dos aerogeradores. Outras duas grandes situações que irei mencionar é em primeiro, o impacto sobre as aves no local e os efeitos ainda pouco estudados sobre a modificação dos seus comportamentos habituais de migração. Depois em segundo lugar, é o factor intermitência na produção de energia dado que o vento nem sempre sopra quando a electricidade é necessária. Esta situação torna difícil a integração da sua produção num programa de exploração.

Voltando novamente para a imagem em questão. Existem os chamados estudos de impacto ambiental em que à partida se deveria confiar nos mesmos. Eles estão feitos e publicados e os parques, este em concreto avançou e está a ser construído.

Para Castanheira de Pera estes investimentos, dentro e fora do Concelho foram uma lufada de ar fresco e uma nova oportunidade na questão da empregabilidade. Não tenho números comigo, mas serão várias dezenas de pessoas que diariamente fazem manutenção destas torres eólicas. Mais, os efeitos indiretos que ainda advêm destes mesmos postos de trabalho. Os impactos sociais são imensos e resta-nos, de forma positiva, adaptar e interiorizar estes novos elementos que nos rodeiam, não esquecendo e vincando ainda mais a história e os nossos antepassados, harmonizando ao máximo a coexistência de ambos. Acredito também, que a natureza de forma natural seguirá este processo de adaptação com sucesso.

Não há “História Versus Progresso”, há sim em minha opinião “História E Progresso”.

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BLOGUE 28 Setembro, 2015 0 Comments

Eclipse da Lua 2015 em Portugal

No dia de ontem, o céu noturno presenteou-nos com um dos mais belos “fenómenos”, um eclipse total da Lua. Este Eclipse total da Lua foi visível na Europa, incluindo Portugal, bem como em África Ocidental, América do Sul e Central e leste da América do Norte. Já tinha neste ano de 2015 existido um eclipse total da Lua, em abril, mas não foi visível em Portugal.

Os eclipses da Lua ocorrem sempre que o Sol, a Terra e a Lua se encontram próximos ou em perfeito alinhamento, com a Terra a estar entre o Sol e a Lua. Na animação pode-se ter uma leitura mais fácil do “evento”.

Animação Eclipse da Lua

Eclipe da Lua 2015

Nesta noite tive a oportunidade de fazer alguns registos fotográficos, apesar das condições atmosféricas não serem as mais indicadas, alguma neblina entre a objetiva e a Lua, no entanto deixo-vos com estas duas imagens. Espero que gostem.

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BLOGUE 26 Setembro, 2015 0 Comments

Regresse ao passado através do “Waybackmachine”

Internet Archive WaybackMachine

Ferramenta de trabalho ou apenas puro saudosismo, o Waybackmachine é um site que armazena “snapshots”, ou seja instantâneos que contém antigas versões de sites desde 1996 até hoje. Já estão a sentir o entusiasmo?

Pois bem, basta aceder a http://web.archive.org e introduzir os endereços das páginas que pretendemos e os resultados são presenteados cronologicamente por ano e mês, em que os instantâneos a existirem são colocados no respectivo dia a que foram efectuados, chegando mesmo ao ponto de indicar a hora exacta.

São milhões as páginas armazenadas, efectuei a experiência para o meu próprio site e confirmo a genialidade do mesmo. É possível encontrar alguns problemas de visualização em páginas mais antigas, mas podemos encontrar entre tantas outras coisas, notícias de jornais à época, até daqueles que já encerraram. Perceber melhor a evolução da internet e a forma de comunicar através da mesma é aqui um fantástico exercício para os mais novos, que pensam que a Internet existe desde sempre. Estamos então perante uma espécie de museu dos sites. Explore e surpreenda-se !



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