21 Novembro, 2025 0 Comments

O “Pontão” do Coentral em 1944

Coentral… há imagens que transcendem o simples registo visual. Há imagens que se tornam janelas capazes de nos transportar para um tempo que já não existe, devolvendo-nos, mesmo que por instantes, ao pulsar de um modo de vida perdido. Esta imagem de 1944 mostra-nos o encontro da Ribeira do Cavalete, também conhecida como Ribeira do Vale dos Lobos, com a Ribeira do Coentral. Captada numa época em que o quotidiano se moldava ao ritmo da terra, da água, do sol e das mãos humanas. Esta fotografia torna-se mais do que uma recordação, é uma peça emocional e histórica do património do Coentral e de Castanheira de Pera.

 

O “pontão”, situa-se entre o Coentral Grande e o Coentral “Pequeno”, o Coentral das Barreiras e o Coentral do Fojo. Para a escola primária, a pé, muita travessia sobre a ribeira nesta ponte. Nesta imagem, pelo seu enquadramento, é-nos revelado um cenário que, para muitos habitantes e descendentes, só existia em memórias contadas ou livros.

 

A década de 40 foi uma época de trabalho árduo. As famílias do Coentral, tal como de tantas aldeias serranas, viviam essencialmente da agricultura, da pastorícia e da força do seu próprio engenho. Os dias eram ditados pela necessidade de aproveitar ao máximo cada recurso. A água para mover os moinhos, as encostas para o pasto, as pedras para erguer abrigos, delimitar os terrenos e talvez os fojos. Não havia excessos, havia apenas o necessário. Mas havia, sobretudo, uma ligação profunda à paisagem, porque era dela que nascia tudo o que sustentava a vida no Coentral.

 

Nesta fotografia, essa ligação está impressa em cada detalhe. O caminho ainda em pedra, o pontão robusto construído também em pedra, ainda sem alcatrão, os muros que dividiam os campos, o pequeno moinho e a casa hoje reconstruída. Tudo isto compõe um retrato fiel da ruralidade serrana de então. São elementos que nos falam de uma forma de viver que dependia da proximidade, da entreajuda e do conhecimento transmitido de geração em geração.

 

Um dos aspectos mais marcantes desta imagem é precisamente aquilo que não está nela. O moinho em perfeitas condições, elemento que sublinha a pureza da paisagem original da época. Em 1944, a interação humana com o território era funcional. O que vemos nesta imagem é uma terra quase intocada, nem a pequena pedreira vemos na imagem. A intervenção humana limitava-se ao essencial, aos caminhos, muros, abrigos e pequenas estruturas de apoio ao trabalho agrícola e à circulação como a Selada do Cavalete.

Se hoje a existência da pequena pedreira faz parte da memória um pouco mais recente, esta fotografia recorda-nos que houve um tempo em que tudo era mais silencioso, mais orgânico e mais natural. E é justamente essa pureza que desperta em nós um sentimento nostálgico, mesmo para quem nunca viveu nesta época. É um apelo da autenticidade.

 

A casa que surge na fotografia, hoje está ainda íntegra e bem cuidada, é um símbolo de resiliência e de uma migração contemporânea. Representa o mesmo espírito de funcionalidade. Não eram construções pensadas para impressionar, mas para resistir ao clima e ao tempo, feitas em pedra local, integradas de forma harmoniosa na paisagem. Já os moinhos eram centros vitais da comunidade. Eram nos moinhos que os cereais se transformavam em farinha, e era também ali que as pessoas se encontravam, trocavam notícias, aguardavam a sua vez, partilhavam a vida. Ver o moinho ainda operacional em 1944 reforça a importância social que este espaço teve durante décadas. Hoje estão praticamente todos em ruínas. Mas há ainda uma presença silenciosa, a ruína na Selada do Cavalete, claramente visível na fotografia e hoje completamente desaparecida. Restam-lhe apenas sombras na memória coletiva.

 

O verdadeiro poder desta imagem reside na sua capacidade de nos permitir ver um local que já não existe aos nossos olhos de hoje. Esta imagem não só documenta uma paisagem, como preserva um fragmento inteiro de identidade cultural com mais de 80 anos. É uma âncora que liga o presente ao passado, uma oportunidade de contemplar, com profundidade, a evolução de uma comunidade e do seu território.

 

Há algo de profundamente humano na forma como percebemos fotografias antigas. É como se tocássemos o tempo, num tempo que alguém também o congelou. Esta imagem, captada numa era em que poucas pessoas tinham acesso a máquinas fotográficas, tem ainda mais valor precisamente por ser rara. Não foi tirada como um ato banal, mas sim como algo excecional. E, por isso, hoje tem a capacidade de nos emocionar, de nos fazer refletir e de nos devolver, mesmo que por alguns instantes, ao silêncio de uma época e ao ritmo lento de uma época.

 

Parabéns ao autor, Carvalho 1944

 

 

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18 Abril, 2025 0 Comments

A Sustentabilidade Hídrica em Castanheira de Pera

Falo uma vez mais em Sustentabilidade Hídrica. Num país onde a escassez de água e a poluição dos recursos hídricos tornaram-se preocupações do nosso dia-a-dia, Castanheira de Pera destaca-se como um exemplo notável de preservação ambiental. Em 2024, este município alcançou novamente a impressionante marca de 100% das suas massas de água classificadas com qualidade boa ou excelente, conforme divulgado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Este feito é ainda mais relevante considerando que, no mesmo período, 39 concelhos portugueses enfrentaram sérias dificuldades devido à degradação da qualidade das suas águas.

 

Situada na região centro de Portugal, no sopé Sul da Serra da Lousã, é em Castanheira de Pera que “nascem” verdadeiros tesouros naturais. A Ribeira de Pera, por exemplo, é o resultado do que eu chamo do “nosso Vale Glaciar” que começa na Selada de Pera e depois vem serpenteando pela paisagem, alimentando zonas como o Parque de Merendas da Fonte das Bicas no Coentral, como a Ponte de Pedra nas Sarnadas, o espelho de água do Pisão, a Praia Fluvial do Poço Corga,  a Praia das Rocas a maior Praia com ondas da Península Ibérica e todos os açudes ao longo da Ribeira. Estes locais não são apenas zonas de lazer, são testemunhos vivos da harmonia entre a comunidade local e o meio ambiente.

 

A biodiversidade desta zona é igualmente particular, já o escrevi várias vezes e na verdade não me canso de o fazer. Por um lado, por questões factuais e, por outro, para ter sempre este tema na “ordem do dia” e todos dos mais novos aos mais velhos nos irmos lembrando da importância deste assunto. Voltando à biodiversidade, as margens dos afluentes da Ribeira de Pera e da própria Ribeira de Pera, vão abrigando uma variedade de espécies de flora e fauna, criando assim ecossistemas ricos e equilibrados. É este equilíbrio ecológico que é fundamental não apenas para a saúde ambiental, mas também para o bem-estar da população que depende destes recursos para atividades como agricultura, turismo e lazer.

 

Qualidade de Massas de Água em Portugal 2024

Qualidade-de-massas-de-agua.xls
Quadro extraído em 17 de Abril de 2025 / http://www.ine.pt

 

A presença de praias fluviais bem conservadas, de Percursos Pedestres, passando pelo Passadiço das Quelhas que, atrai visitantes de diversas partes do país, são experiências únicas de contacto com esta natureza, promovendo o turismo sustentável junto tanto de escolas como de outras associações e mesmo municípios. Só assim se vai reforçando a importância da conservação ambiental,  conciliando o desenvolvimento económico com a preservação ambiental desde que haja vontade política, envolvimento comunitário e estratégias bem delineadas.​ A manutenção das zonas ripícolas, a vigilância contra fontes de poluição e o incentivo à educação ambiental são práticas enraizadas e visíveis TODO O ANO.

 

Em tempos de mudanças climáticas aceleradas, podemos por exemplo na cada vez menor queda de neve que vamos assistindo ano após ano, onde assim os desafios ambientais são crescentes. Histórias como a de Castanheira de Pera são fonte de inspiração, mostram-nos que, com compromisso e ação coordenada, é possível proteger os recursos naturais e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.

 

 

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“Musgo: O Pequeno Gigante dos Ecossistemas”
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25 Dezembro, 2024 0 Comments

“Introducing Portugal | NATO Documentary | 1955”

De quando em vez, revejo o documentário da NATO “Introducing Portugal | The Atlantic Community Series | NATO Documentary | 1955”. É-nos apresentado como uma obra que combina a geografia, cultura, economia e o papel estratégico de Portugal dentro da Aliança Atlântica. Produzido em plena década de 50, é um retrato oficial que reflete não só a visão de Portugal como aliado ocidental, mas também “insinua” o esforço de projeção internacional de um regime que desejava ser reconhecido e respeitado no palco internacional.

Para um espectador de Castanheira de Pera, o filme ganha um significado especial ao incluir referências específicas e imagens de locais familiares. Por exemplo, ao minuto 5:45, surgem no nosso ecrã, o Santo António da Neve, local da então freguesia do Coentral Grande. Um sítio com história ligada ao armazenamento de neve, que servia Lisboa, e simbolizava o engenho e a resiliência das comunidades serranas desta região. Ver aqueles Poços de Neve em 1955, é um momento, é um testemunho visual de tradições profundamente enraizadas na Serra da Lousã, revelando um orgulho coletivo pela tenacidade e trabalho destas gentes.

Mais à frente, ao minuto 6:14, vemos a aldeia do Candal, a terra dos meus avós maternos, uma aldeia de xisto, a mais bonita aldeia de xisto incrustada na paisagem serrana. Aqui observamos um pequeno vislumbre do modo de vida rural, sublinhado pela simplicidade, autenticidade e a forte ligação à terra que caracteriza a região. Imagens que apelam à minha memória familiar e à minha continuidade e identidade enquanto pessoa e cidadão.

Rebanho na aldeia do Candal – Lousã (1955)

Apesar de todo o fascínio cultural e pitoresco, não posso ignorar que este documentário é também apresentado como uma peça de propaganda ao regime de Salazar. Filmado em plena vigência do Estado Novo, esta obra exalta a imagem de um país em harmonia, trabalhador e disciplinado, sem mencionar as restrições de liberdade e as desigualdades sociais que marcavam a realidade. Este tipo de produção audiovisual visava mostrar Portugal como um aliado forte e estável dentro da NATO, escondendo a repressão política e os limites impostos às vozes dissonantes da época. A narrativa construída é um reflexo de como o regime procurava projetar uma imagem controlada e idealizada no exterior, disfarçando-se de modernidade e estabilidade em pleno contexto de Guerra Fria. Ao mesmo tempo, onde estamos perante uma cápsula do tempo fascinante e repleta de detalhes históricos e culturais, estamos também a ver um “veículo” de propaganda que nos lembra da complexidade de interpretar o passado com uma visão crítica e informada. Tal combinação de beleza e controvérsia faz do documentário um material essencial para compreender as múltiplas camadas da história portuguesa e os desafios de conciliar memória e verdade.

Deixo a recomendação.

 

Veja o documentário de 1955 no youtube

30 Março, 2024 1 Comment

Queda de neve em Santo António da Neve *Puro Som

Nas profundezas da bela região de Castanheira de Pera, Portugal, um lugar de imensa serenidade e encanto aguarda os visitantes: Falamos do Santo António da Neve em Cabeço do Pereiro, um refúgio montanhoso de incomparável beleza natural e significado histórico. Situado nas imponentes elevações do Coentral, este local oferece uma experiência única, fundindo a tranquilidade da natureza com a rica herança cultural da região.

A jornada até ao Santo António da Neve é uma viagem através de paisagens deslumbrantes, envoltas pela vegetação exuberante da vertente sul da Serra do Coentral / Lousã. Na chegada, os visitantes são recebidos por uma atmosfera de calma e serenidade, onde o ar fresco da montanha e o silêncio apenas quebrado pelo suave murmúrio do vento criam um ambiente verdadeiramente revigorante.

A história deste local remonta a séculos atrás, quando foi construída a Capela de Santo António da Neve, no século XVI. Esta capela pitoresca, erguida sobre as rochas, é um testemunho da devoção religiosa e das habilidades arquitectónicas da época. Os peregrinos visitam esta capela a cada domingo após o dia 13 de junho, dia de Santo António em Lisboa.

Além da sua importância religiosa, Santo António da Neve também desempenhou um papel vital na história da região como um refúgio para aqueles que procuravam abrigo durante períodos de conflito e instabilidade. A sua localização remota e defensável oferecia proteção contra invasões e incursões, tornando-se um ponto de apoio crucial para as comunidades locais. Exemplo das invasões francesas.

Nos dias de hoje, o Santo António da Neve continua a atrair visitantes de muitos locais, seja pela sua beleza natural intocada, pelas trilhos desafiadores, agora com a recente criada Rota dos Neveiros, que serpenteia pela montanha, ou pela oportunidade de conexão com a história e a cultura. Aqueles que exploram este local único podem desfrutar de caminhadas revigorantes através de florestas exuberantes, descobrindo a diversidade da flora e fauna que prospera em tudo o que rodeia este local.

À medida que o sol se põe sobre estas paisagens deslumbrantes, quem visita este pico montanhoso no centro de Portugal, têm a oportunidade de testemunhar um espetáculo verdadeiramente inesquecível: o céu noturno pontilhado de estrelas cintilantes, sem a interferência da poluição luminosa das cidades. Esta visão mágica, combinada com a tranquilidade da noite, cria um ambiente de contemplação e admiração que permanece gravado na memória dos que o testemunham.

Fotografia de Miguel Marques – Visitem o seu trabalho em https://miguelmarquesphotography.com/

Para aqueles que procuram escapar do frenesi da vida moderna e se reconectar com a natureza e com a história, o Santo António da Neve oferece uma experiência verdadeiramente enriquecedora e transformadora.

Dos locais a visitar pelo menos uma vez na vida!

 

12 Fevereiro, 2022 0 Comments

Floresta invernal é a oferta do mês de janeiro

É neste inverno atípico que estamos a atravessar, um inverno sem chuva e ameno que surge esta imagem. “Floresta invernal” numa opinião muito pessoal, transmite a magia do inverno. Árvores despidas de folhas perante uma tonalidade vermelha e alaranjada assim como um misto de verde pinho e relva de serrania.

Este, é por si só um lugar a visitar. É um dos vários lugares mágicos da Serra da Lousã situado em Castanheira de Pera.

 

Dados técnicos da fotografia:
Abertura: 7.1
Velocidade: 1/100
ISO: 100
Flash: Não
Data: 20 de janeiro

 

GOSTAVAS DE TER ESTA IMAGEM COMO FUNDO DE ECRÃ DO TEU COMPUTADOR?

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Tudo de bom, saúde e até ao próximo mês,
Jorge Nunes!

30 Dezembro, 2021 0 Comments

Votos para 2022

Votos para 2022 – À medida que a nossa linha do tempo aumenta e ao olhar para o nosso passado, o mesmo, vai ficando preenchido de memórias. É importante mantemos vivas essas nossas memórias. É importante não esquecermos de onde viemos e é igualmente importante não esquecer todos os nossos momentos que nos vão identificando enquanto Ser, para assim continuarmos a edificar o nosso Eu.

 

A breves “instantes” de dar entrada um Novo Ano, anseio que o mesmo seja concretizador de ideias e vontades baseado em convicções como a seriedade e sustentabilidade.

Estes são os votos do vosso amigo, Jorge Nunes

 

 

12 Dezembro, 2021 0 Comments

Caminho de Pedra – Oferta de novembro

Caminho de Pedra, é uma antiga passagem que faz a ligação entre a aldeia do Coentral Grande e a aldeia das Sarnadas no Concelho de Castanheira de Pera.

13 Julho, 2021 0 Comments

Levada… o wallpaper de junho

Levada da Ponte Silveira, no Coentral Grande é uma levada histórica com mais de 230 anos. É uma levada e um ponto de interesse que muitos desconhecem e que, através da mesma há muito a descobrir. Um destino obrigatório em Castanheira de Pera, um belíssimo cartão de visita.

Para saberem mais sobre esta maravilha histórica, podem ler o artigo de Joaquim Ferreira, bastando para isso clicar aqui.

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Todos os subscritores já receberam o link para descarregar esta fantástica imagem e assim ficar com uma recordação deste levada histórica.

Dados técnicos da fotografia:
Abertura: 7.1
Velocidade: 0.8
ISO: 100
Flash: Sim

Aguardo o teu contacto!

Até já,
Jorge!

 

11 Abril, 2021 0 Comments

Da minha janela… Wallpaper abril de 2021

Da minha janela é a imagem deste mês de abril que segue grátis para todos os meus subscritores. A melancolia desta fotografia num final de tarde (19h00) de sábado de abril é, em minha opinião, simplesmente divinal. Tanto assim o é que neste momento é precisamente a minha imagem de fundo no meu ambiente de trabalho do meu computador.

19 Agosto, 2020 0 Comments

Dia Mundial da Fotografia 2020: Imagens para a eternidade!

Hoje, quarta-feira dia 19 de agosto, é comemorado o Dia Mundial da Fotografia. Imagens que passaram a ficar para a eternidade num dos instrumentos mais …