2 Junho, 2017 0 Comments

“A Invasão dos Drones”

Começar por dizer que a minha experiência na utilização de Drones é meramente modesta, apesar de já ter feito algumas coisas. No entanto vou atrever-me a falar um pouco sobre este assunto que ultimamente tem assolado o país, ou antes, os aeroportos portugueses. Julgo que é importante informar mais sobre esta temática, de um ponto de vista mais simples.

Antes ainda de avançar, queria apenas fazer uma nota sobre a seguinte reportagem que aliás, foi o que me motivou a escrever sobre o assunto. A SIC hoje presenteou-nos então com um uma reportagem intitulada Como um avião evitou a colisão com um drone no Porto.
Durante as imagens vê-se um excerto de um vídeo que já tem algum tempo, mas que no fundo não passa de uma montagem e assim para quem vê fica em claro choque. É montagem, bem feita diga-se. Bastaria a quem fez a reportagem pesquisar, ler um pouco e chegar a essa conclusão, mas o interesse e o impacto diminuiria claro. Depois durante as reportagem é dito que o piloto fez diversas manobras. Ora bem quem já pilotou um Drone, sabe que a 40 ou 50 metros já mal o vê. E mais, um piloto de um Boeing 737 a cerca de 300km/h na aterragem vê então um Drone e ainda faz diversas manobras para se desviar do mesmo? Pouco provável obviamente como aliás o FlightRadar24 demonstra. Isto apenas para dizer que a Indústria dos Drones é neste momento uma das mais activas a nível global e incidentes deste tipo, claramente chamam a atenção.

No entanto que fique claro. A situação de um drone “aparecer” perto de um aeroporto a uma altitude próxima dos 500m é possível.

Voltando então ao assunto. Em primeiro lugar, o que são Drones? Drones, são todos e quaisquer veículos não tripulados, controlados remotamente ou pré-programados automaticamente. Quando falamos em Drones, normalmente referimo-nos VANT’s, ou seja Veículos Aéreos Não Tripulados.

Para que servem ?
Para além da Indústria Militar ou da pura diversão, os Drones podem ter diversas utilizações em outros sectores de actividade como o Ambiente, a Indústria, o Desporto, a Segurança, a Saúde, o Património e claro o próprio Audiovisual e tudo o que rodeia o sector. Por exemplo a EasyJet utiliza drones para inspeccionar aviões. A PSP já adquiriu drones especializados em captação de fotografia e vídeo também. O Perú usa drones para proteger o seu património arqueológico. Uma equipa de investigadores da Universidade de Tecnologia de Delft na Holanda, criou um protótipo que pode carregar um desfibrilador sendo assim mais uma resposta ao auxílio de uma vítima de paragem cardíaca. Um drone pode, deve e está a ser potenciado de diversas formas. É um mercado em efervescência.

Em termos de legislação, está tudo no site http://www.voanaboa.pt/.
Certamente tal como há pessoas que não cumprem o código da estrada ou outro código ou lei, haverá utilizadores de drones que pura e simplesmente não cumprem a legislação em vigor e para além disso arriscam a vida de outros. O software dos drones já têm imensas limitações para voo, como locais proibidos (aeroportos, áreas militares entre outros) ou velocidades máximas de vento que não permite o voo por exemplo, mas como em tudo é possível passar estas barreiras.
Tal como para conduzir é preciso ter uma carta, ou para pilotar aviões um brevet, julgo que este seria um dos caminhos a seguir. Uma Licença / Brevet / Carta para pilotar drones. É a minha opinião.

Termino, deixando um abraço e fazendo o apelo ao uso responsável e consciente destes “brinquedos”.

Deixo dois vídeos com exemplos do partido tecnológico que os drones nos podem dar.

23 Maio, 2017 0 Comments

Eles também voam – Rali de Portugal 2017

O mês de maio é normalmente acompanhado por variadíssimos acontecimentos. O Rali de Portugal de Portugal é um deles e é sobre ele que irei desbravar algumas palavras.
As maiores novidades para 2017 no Campeonato Mundial de Ralis, são carros mais leves em cerca de 25kg e um motor que apesar de manter os 1.600 cm3, com um turbocompressor e uma wastegate calibrada para fornecer um máximo de 2,5 bar, muda o restritor. Até aqui, este tinha um diâmetro de 33 mm e passa a ter 36 mm, o que permite ao motor respirar melhor, obtendo mais ar, mais gasolina, logo mais potência. Falamos portanto de uma evolução de potência na ordem dos 80Cv. Dos anteriores de cerca de 300Cv, para os 380Cv. Por esta via, os carros apresentam uma aerodinâmica mais robusta, tornando-se muito mais bonitos.

Passando da teoria para a prática, a verdade é que os dois pilotos mais rápidos da primeira classificativa do Rali de Portugal, disputada no circuito de Lousada, tiraram mais de quatro segundos ao melhor tempo alcançado em 2016. O tempo do campeão do mundo Sébastien Ogier, o mais rápido em 2016, com o tempo de 2.41,1 minutos, então ao volante de um Volkswagen Polo, foi superado por Mads Ostberg, em Ford Fiesta WRC, e Thierry Neuville, em Hyundai I20 WRC, que completaram os 3,36 quilómetros da primeira classificativa em exactos 2.36,6 minutos.

O PRIMEIRO CONTATO – BRAGA STREET STAGE

Após o sucesso do Porto Street Stage no ano passado, o Street Stage mudou para Braga. 180 mil pessoas assistiram a este percurso de 1,9 quilómetros no centro de Braga. Aqui já cheirei o combustível e a borracha. Já ouvi estas poderosas máquinas a cerca de dois metros de distância. Percurso muito estreito e técnico, belas acelerações em recta e travagens duras já demonstravam o poderio das máquinas. Por falar em máquinas, em Braga já deu para tirar o gosto ao dedo… da Nikon.

VIEIRA DO MINHO – AGRADÁVEL SURPRESA

Chegámos a Vieira do Minho por volta da meia noite. O acesso à classificativa só abria às 04h00 da madrugada sendo que esta foi a primeira de muitas novidades. Nunca tinha encontrado uma janela de acesso à classificativa desta forma. Encerramento dos das 17h até às 04 da madrugada. Sem problema, 03h50 e começamos a subir. Cerca de 8km, o primeiro quilómetro em pedrado, depois totalmente por estrada de terra batida até ficarmos a cerca de 100m da passagem dos carros. Foi comer alguma coisa e “passar pelas brasas” alguns minutos.
9h08 era o horário de arranque do primeiro carro. Escolher então o melhor lugar, “pré-programar” as máquinas fotográficas era prioritário.

Primeira passagem, a adrenalina sobe. Era a hora do enquadramento perfeito, da focagem perfeita. Muita responsabilidade debaixo de uma temperatura a começar a subir. Valeu o creme protector.

Como já tinha abordado mais em cima, o barulho dos carros este ano é elucidativo da sua potência. Um ronco bem maior em que notamos claramente toda a potência a ser passada para a tracção integral dos carros. Fantástica esta evolução / revolução, sendo que a salvaguarda dos pilotos parece estar assegurada no habitáculo do carro.
Depois de visitar o Marão em anos anteriores, Vieira do Minho mostrou ser uma excelente opção numa classificativa nota dez de dez. Primeiro o público que se mostrou à altura das suas responsabilidades. Depois o desenho natural da classificativa, claramente propício à pratica da modalidade. Uma envolvência natural ímpar, com o Gerês logo ali ao lado.

Termino, deixando um muito obrigado a todos os que leram este testemunho. FANTÁSTICO RALI DE PORTUGAL, foi o possível da minha parte mais uma vez, mas foi inesquecível como espero que comprovem as fotografias que vos deixo.
Todas as fotos estão disponíveis para venda online ou impressão.

Clique na Imagem para abrir o álbum


Mais informações e preços através do já habitual formulário de contato.

4 Março, 2017 0 Comments

O simples cair da neve

Estes são os momentos pelos quais em caminhada se tornam difíceis de esquecer. O simples cair da neve.
Com uma máquina fotográfica na mão garanto-vos, é tão ou mais emocionante que fazer a cobertura de um qualquer evento desportivo. Em períodos curtíssimos de tempo tanto a intensidade da neve, como a intensidade da Luz variam de tal forma que, fotografar os elementos à nossa volta dentro e fora das “leis da fotografia” se tornam uma anarquia aliciante.

Em baixo segue um pequeno excerto em vídeo do que no terreno acontece para tal obtenção de imagens. Por vezes a queda abrupta de neve é bastante notória.

Um abraço a todos, e boas visitas à neve se possível.



18 Dezembro, 2016 0 Comments

A Ribeira de Pera | Apontamentos

Castanheira de Pera localizada no sopé sul da Serra da Lousã, tem ao longo de gerações retirado da Ribeira de Pera um enorme alavanco para o seu desenvolvimento. A Ribeira de Pera na fase inicial do seu percurso é a junção de outros percursos de água.

14 Fevereiro, 2016 0 Comments

Markku Alén, o finlandês voador regressou a Arganil

Instalada no edifício da antiga Cerâmica Arganilense entretanto recuperada, a exposição “Arganil – Capital do Rally” contou com a presença de Markku Alén, o finlandês voador nos dias 13 e 14 de Fevereiro. A possibilidade de interagir com um dos maiores ícones do desporto motorizado em Portugal, mobilizou uma forte adesão dos aficionados dos Ralis, recordo que Alén venceu cinco Ralis de Portugal.

Ainda uma ressalva quanto ao espaço onde a exposição se encontra, o edifício da antiga Cerâmica Arganilense. Extraordinário espaço e um exemplo de como transformar algo, com inteligência, criatividade e brilhantismo.

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Pessoalmente, o meu piloto de eleição foi um outro Finlandês de nome Juha Kankkunen. Ambos “correram” na mesma equipa, a Lancia entre 1987-90. Acho que todos os amantes desta modalidade se recordam do carro perfeito que era o Lancia Delta Integralle e o espectáculo que dava. Era um carro bastante equilibrado e fiável para o tipo de ralis mais endurance de então. Foi considerado pelo programa Top Gear, o melhor carro alguma vez construído.

Voltando a Markku Alén, recordo-me de o ver na linha de partida em troços como o de Castanheira de Pera – Lousã, Lousã-Relvas ou mesmo em Góis. Pena nessa altura os telemóveis não terem câmara fotográfica. Esperem, nem havia telemóveis, enfim como o tempo passou.
Nesta altura o Rali de Portugal era misto, com longas classificativas e chegou a ter algumas noturnas. Nos primeiros dias de prova era em asfalto e depois em terra batida, sendo que nessa época o Rali percorria praticamente o Norte e Centro em seis dias de prova efectiva.

Talvez um de dois episódios mais falados que envolvem Alén em Portugal foi a famosa perda de uma roda dianteira do seu Fiat 131 Abarth em Sintra em 1981 e que apesar de tudo levou a uma fantástica recuperação nesse Rali. Pode-se ver aqui a reportagem sobre esse “tesouro histórico”.
A outra, mencionada até por diversas vezes na tertúlia com Alén em Arganil, foi o milagre dos 4 minutos um ano antes.  Alén perde quatro minutos e 40 segundos para Walter Rohrl que faz um tempo canhão num dia de nevoeiro completamente cerrado, valendo-lhe o facto de algumas horas antes ainda no hotel e antes de adormecer, ter percorrido mentalmente os 42km da classificativa, acabando assim com todas as esperanças de Alén vencer o Rali nesse ano.
Markku Alén foi também um dos privilegiados que guiou na Era dos famosos grupo B, o Lancia 037.

 

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Lancia Delta Integralle

Markku Alén nasceu em Helsínquia, em 1951 e foi um dos pilotos da Finlândia que mais personificou o termo finlandês voador. Markku Alén que cito, “Pilotar um carro de ralis só faz sentido se for em máximo ataque. Para andar a 90%, cauteloso, e ficar em 10.º ou 11.º, mais vale ficar em casa. Tens que andar a 110%. Ou capotas, ou ganhas, mas serás sempre lembrado” ficou para sempre reconhecido como o “Maximum attack”.
Alén nunca foi campeão do mundo de ralis. Este título começou a ser atribuído oficialmente em 1979 e Alén ganhou  a antecessora do Mundial WRC, a Taça FIA no ano antes em 1978. Apesar de tudo Alén é reconhecido  como um dos melhores pilotos de sempre no mundo da história dos ralis.

Fonte: Wikipedia

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Markku Alén

Lancia 037

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Ford RS 200

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Renault 4L

C3WKCH Large Asteroid closing in on Earth
19 Dezembro, 2015 0 Comments

Natal com visita de Asteróide

Para quem segue com alguma curiosidade assuntos que tenham a ver com astronomia como é o meu caso, fica a informação que nas vésperas deste Natal, dia 24, irá surgir nos céus um Asteróide a cerca de 11 milhões de quilómetros da Terra, visível no entanto apenas com recurso a um telescópio.

O 2003 SD220, nome do Asteróide irá passar a uma distância 28 vezes superior à que nos separa da Lua, mas que em termos astronómicos, é já considerado próximo. Nestes fenómenos surge sempre muita contra informação e especulação como a de que o Asteróide podia provocar tremores de terra e “acordar” alguns vulcões à sua passagem, obviamente tudo sem qualquer fundamento.

Outro facto curioso, é a de que a lua cheia vai coincidir com a noite de Natal, algo que não sucedia há perto de 40 anos. A próxima vez que voltar a suceder será apenas daqui a quase 20 anos, por isso vamos esperar que o céu esteja limpo para tirar uma fotografia a este raro momento. Dizer apenas ainda que a Lua Cheia de dezembro é também conhecida por “lua fria” ou “lua das noites longas”.

4 Dezembro, 2015 0 Comments

Portugal foi visto do Espaço

Foi no dia 2 de dezembro que Portugal foi visto do Espaço por Scott Kelly, Astronauta há 251 dias na Estação Espacial Internacional. O americano Scott Kelly e o russo Mikhail Kornienko “propuseram-se” a ficar no espaço durante um ano inteiro a fim de estudar os efeitos no corpo humano após uma permanência prolongada no espaço.

Escrevi há umas semanas sobre esta temática pode ler seguindo esta ligação. Quanto à imagem, a sua imponência é reveladora do quão pequenos somos. Já em 2014 a NASA tinha divulgado a fotografia que abaixo se segue e interessante parece ser o tipo de luz que se propaga em Portugal e em Espanha, sendo que em Espanha parece ser mais clara e em Portugal mais dourada.

Fonte: NASA

1 Dezembro, 2015 0 Comments

A Mata do Buçaco

A norte da Serra do Buçaco, onde esta se eleva até aos 547 metros, encontramos a Mata do Buçaco. Uma das muitas particularidades da Mata do Buçaco é o facto de ser cercada por um muro em pedra e ter onze portas. Este foi construído pela “Ordem dos Carmelitas Descalços” no primeiro quarto do século XVII e tem cerca de 6km de perímetro. Esta Ordem é também responsável pela construção do Convento de Santa Cruz. Foi todo ele um trabalho de séculos que resultou no fantástico bosque dos dias de hoje.
Na imagem de entrada para este artigo temos o Buçaco Palace Hotel, uma fantástica construção estilo neomanuelino transformado em Hotel 5 estrelas e decorado com painéis de azulejos e quadros alusivos à epopeia dos descobrimentos portugueses.

Julgo estar aqui um excelente ponto de partida para uma visita a um local de elevado valor botânico em que a companhia de eleição será então a máquina fotográfica que registará imagens únicas para trazer para casa.

Há diversos caminhos marcados em toda a Mata, a entrada é gratuita mas somente para quem se desloque a pé. Os veículos motorizados terão um custo a rondar os 5€, medida que em minha opinião se aceita até porque se requer uma manutenção diária bastante grande.

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Fonte de Santa Teresa

A Mata Nacional do Buçaco, é considerada área protegida, tem cerca de 400 espécies nativas da faixa atlântica portuguesa e outras 300 provenientes de outros climas de todo o Mundo. Segundo consta o elemento mais representativo desta miscelânea de espécies é o cedro do Buçaco, cipreste originário do México que terá sido a primeira espécie exótica plantada na floresta em 1656.

A poucos metros do ponto mais alto da Serra do Buçaco (547m), na vertente virada para o Luso, situa-se a Cruz Alta, um local privilegiado para apreciar a paisagem em redor do Buçaco. Da Cruz alta conseguimos avistar o Oceano Atlântico, a Serra da Estrela e a Serra do Caramulo entre outros. Sem dúvida um local a marcar na agenda para uma visita.

 

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Cruz Alta – Serra do Buçaco

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Cruz Alta – Vista Serra da Estrela

 

8 Novembro, 2015 0 Comments

Exercício do primeiro olhar

No dia à dia gosto de praticar aquilo que chamo de “Exercício do primeiro olhar”.
A vida de todos nós é composta por rotinas, por exemplo as deslocações diárias casa / trabalho, ou outras deslocações diversas. Todas nos levam a que no durante de essas viagens, haja um desprendimento do nosso raciocínio. Parece ser accionado um botão mental de “piloto automático” em que, outras imagens se vão cruzando pelo nosso pensamento e quando damos por nós, a viagem… terminou. Isto não é necessariamente mau, no entanto o que proponho que façam é então numa dessas viagens, este “exercício do primeiro olhar”, algo tão simples como, tentarem colocar-se na pele de alguém que por ali nunca passou. Ao fazer este exercício mental, certo que irão reparar num ou outro pormenor que ainda não tinham dado conta.

Colocando em prática na Fotografia, a importância deste exercício é ainda mais interessante. Para além das variáveis estação do ano, a hora do dia se está quente ou húmido, vento ou nublado, entre outros, a variável do “olhar singular” irá oportunamente surgir. Experimentem !

Fotografia: Campos do Mondego

 

 

 

2 Novembro, 2015 0 Comments

O Monte de Vez em Penela

Domingo muito tempestoso para o Sul do País, não tanto a Centro e uma saída rápida em família ao entardecer até ao Monte de Vez, em Penela. Apesar do muito vento lá em cima, encontramos uma Luz Outonal e um Céu extraordinário, propício a umas boas fotos. Teria de ser rápido, pois a Luz desvanecia com o final de tarde.

Mas então, onde fica então o Monte de Vez? Situa-se a cerca de seis, sete quilómetros da vila de Penela. Quem passa no IC3 junto a Casais do Cabra (Penela), é o monte virado a poente com as torres eólicas. Onde há elevações em Portugal, há torres eólicas. Adiante, chegando à rotunda em Penela é seguir em direcção a São Sebastião e daí seguir as indicações rodoviárias.

Vista da Vila de Penela

A visita a este local é interessante em duas vertentes. Primeiro a paisagística, a vista ali de cima leva-nos a ver um território imenso, desde a Serra da Lousã até às Serras de Sicó, isto de Nascente para Poente. A Sul temos Ansião e Alvaiázere, e para Norte podemos ver Penela, e o Senhor da Serra em Semide por exemplo. Depois a vertente religiosa, com a Capela da Senhora do Monte em destaque e o Moinho giratório em madeira assente em duas rodas de pedra ali ao lado, muito antigo, mas recuperado há alguns anos.

Julgo ser um local que merece ser visitado, fica num raio muito próximo de Coimbra, Tomar e Leiria daí nem que de passagem, este desvio para umas fotos merece bem a pena.
Monte de Vez - Vista sobre a Serra da Lousã