25 Dezembro, 2024 0 Comments

“Introducing Portugal | NATO Documentary | 1955”

De quando em vez, revejo o documentário da NATO “Introducing Portugal | The Atlantic Community Series | NATO Documentary | 1955”. É-nos apresentado como uma obra que combina a geografia, cultura, economia e o papel estratégico de Portugal dentro da Aliança Atlântica. Produzido em plena década de 50, é um retrato oficial que reflete não só a visão de Portugal como aliado ocidental, mas também “insinua” o esforço de projeção internacional de um regime que desejava ser reconhecido e respeitado no palco internacional.

Para um espectador de Castanheira de Pera, o filme ganha um significado especial ao incluir referências específicas e imagens de locais familiares. Por exemplo, ao minuto 5:45, surgem no nosso ecrã, o Santo António da Neve, local da então freguesia do Coentral Grande. Um sítio com história ligada ao armazenamento de neve, que servia Lisboa, e simbolizava o engenho e a resiliência das comunidades serranas desta região. Ver aqueles Poços de Neve em 1955, é um momento, é um testemunho visual de tradições profundamente enraizadas na Serra da Lousã, revelando um orgulho coletivo pela tenacidade e trabalho destas gentes.

Mais à frente, ao minuto 6:14, vemos a aldeia do Candal, a terra dos meus avós maternos, uma aldeia de xisto, a mais bonita aldeia de xisto incrustada na paisagem serrana. Aqui observamos um pequeno vislumbre do modo de vida rural, sublinhado pela simplicidade, autenticidade e a forte ligação à terra que caracteriza a região. Imagens que apelam à minha memória familiar e à minha continuidade e identidade enquanto pessoa e cidadão.

Rebanho na aldeia do Candal – Lousã (1955)

Apesar de todo o fascínio cultural e pitoresco, não posso ignorar que este documentário é também apresentado como uma peça de propaganda ao regime de Salazar. Filmado em plena vigência do Estado Novo, esta obra exalta a imagem de um país em harmonia, trabalhador e disciplinado, sem mencionar as restrições de liberdade e as desigualdades sociais que marcavam a realidade. Este tipo de produção audiovisual visava mostrar Portugal como um aliado forte e estável dentro da NATO, escondendo a repressão política e os limites impostos às vozes dissonantes da época. A narrativa construída é um reflexo de como o regime procurava projetar uma imagem controlada e idealizada no exterior, disfarçando-se de modernidade e estabilidade em pleno contexto de Guerra Fria. Ao mesmo tempo, onde estamos perante uma cápsula do tempo fascinante e repleta de detalhes históricos e culturais, estamos também a ver um “veículo” de propaganda que nos lembra da complexidade de interpretar o passado com uma visão crítica e informada. Tal combinação de beleza e controvérsia faz do documentário um material essencial para compreender as múltiplas camadas da história portuguesa e os desafios de conciliar memória e verdade.

Deixo a recomendação.

 

Veja o documentário de 1955 no youtube

13 Dezembro, 2024 0 Comments

ETPZP e o futuro do ensino profissional em Portugal

A Escola Tecnológica e Profissional da Zona do Pinhal (ETPZP) surgiu em Pedrógão Grande num contexto de transformação e adaptação às novas exigências tanto do sistema educativo português, como em resposta às mudanças sociais e económicas que marcaram o final da década de 80. Fundada em 1989, a ETPZP integrou-se no movimento nacional de valorização do ensino profissional, promovido pelo Ministério da Educação com o objetivo de preparar jovens para o mercado de trabalho e contribuir assim para o desenvolvimento das regiões onde se encontravam.

Como antigo estudante, de 1997 a 2000, pude observar que a ETPZP tinha uma notoriedade além da chamada Zona do Pinhal. Cativava estudantes de vários pontos do país, inclusive das ilhas. Professores com carreira empresarial, davam tarimba aos seus alunos na preparação para o “mundo” do trabalho. A criação da ETPZP representou também essa oportunidade de desenvolvimento e uma oportunidade de fixação de jovens na região, contrariando a tendência de migração para os grandes centros urbanos em busca de educação, mas principalmente de emprego. A ETPZP rapidamente tornou-se num centro de dinamização de Pedrógão Grande, promovendo parcerias com empresas, autarquias à volta entre outras entidades, e investindo em projetos de inovação pedagógica que integram ainda hoje tecnologias e práticas profissionais.

 

Mas, o que falhou e continua a falhar no ensino profissional em Portugal?

 

As escolas e o ensino profissional em Portugal enfrentam diversos desafios desde a sua criação, que limitaram o seu potencial em algumas áreas, isto apesar de desempenharem um papel fundamental na diversificação da oferta educativa e no combate ao abandono escolar. Foram vários os fatores que no entanto contribuíram para dificuldades do seu funcionamento e na concretização dos objetivos iniciais:

  • Estigma Social e Percepção de Menor Prestígio
    • Durante muitos anos, o ensino profissional foi visto e continua a ser como uma opção de segunda escolha, frequentemente associada a alunos com dificuldades no ensino regular. Este estigma desvalorizou as escolas tecnológicas e profissionais, afetando a sua capacidade de atrair estudantes motivados e de mudar a percepção pública sobre a qualidade da sua ofertas. Bem me recordo desse tempo e da existência deste estigma.
  • Falta de Articulação com o Mercado de Trabalho
    • Nalguns casos, os cursos oferecidos pelas escolas não estão suficientemente alinhados com as necessidades reais do nosso mercado de trabalho. O mercado é muito dinâmico ao contrário do processo de candidaturas a novos cursos que é muito burocrático. Isto devolve dificuldades de empregabilidade.
  • Recursos Insuficientes
    • Apesar de receberem apoio, muitas destas escolas enfrentam dificuldades financeiras. A evolução tecnológica leva rapidamente a falha recursos e equipamentos, mas acima de tudo na capacidade de atrair mais docentes e mais inovação.
  • Gestão e Fiscalização
    • Problemas relacionados com a gestão interna e mesmo casos pontuais de má gestão ou de foco excessivo no cumprimento de metas administrativas em vez da qualidade pedagógica vão contribuindo para a degradação da reputação de algumas instituições.
  • Desafios na Inclusão de Alunos
    • Embora o objetivo das escolas seja integrar alunos com diferentes perfis e interesses, muitas delas enfrentaram dificuldades em apoiar estudantes com necessidades educativas especiais ou em risco de abandono escolar, entre outros. Vão faltando estratégias eficazes para garantir o sucesso escolar e a integração social destes alunos. Um desafio não apenas do ensino profissional.
  • Falta de Reconhecimento no Ensino Superior
    • A ideia de que o Ensino Profissional é um “caminho sem saída”. Desde sempre, e, é mais um estigma, que se vai vendo no Ensino Profissional uma obtenção de um grau académico e ponto. Venha o trabalho. Não! Sempre foi possível seguir caminho para o Ensino Superior.
  • Desconexão Regional
    • Acontece ao nível do Ensino Superior também. Principalmente no interior do país, a falta de parcerias fortes entre escolas e empresas locais dificulta a criação de programas formativos adaptados às necessidades e oportunidades específicas de cada região.
  • Mudanças Frequentes de Políticas Educativas
    • A instabilidade nas políticas não apenas para o ensino no geral, mas em concreto para o ensino profissional em particular. Alterações frequentes na legislação, nos modelos de financiamento e nos currículos, vão dificultando uma consolidação de uma estratégia de longo prazo para o sucesso destas escolas profissionais e de alunos. A abertura de cursos profissionais nas escolas do “ensino regular” foi um erro crasso.

 

Oportunidades Perdidas e Lições Aprendidas

Embora a enfrentar tantos desafios, muitas escolas tecnológicas e profissionais conseguiram superar parte destas dificuldades e continuam a “estrebuchar” e a contribuir positivamente para o sistema educativo em Portugal. Orgulho-me de ter passado por este tipo de Ensino e na época em que o passei. No entanto, é necessário reforçar o investimento em recursos, melhorar a articulação com o sector empresarial, combater o estigma social e assegurar uma gestão eficiente e transparente. Pelas lições do passado e do presente, estas apontam para a importância de uma abordagem integrada e sustentada, que valorize o ensino profissional como uma alternativa igualmente digna e relevante para o futuro dos jovens.

Para concluir e voltando à ETPZP, esta consolidou uma posição e uma referência no ensino profissional na região da Zona do Pinhal. Faço votos sinceros que continue e reforce este percurso marcado por sucessos mas muito ingrato também. Que continue a integração dos seus alunos no mercado de trabalho, na melhoria contínua das infraestruturas e equipamentos, e no reconhecimento da qualidade dos seus programas de formação. Que a ETPZP continue a desempenhar um papel essencial no fortalecimento do tecido social e económico da minha região, preparando estas novas gerações para os desafios de um futuro em constante evolução. Mas para isso, será necessário acertar agulhas. Assim o espero.

 

7 Janeiro, 2024 0 Comments

A magia do inverno

No inverno, a natureza despe-se na sua exuberância, transformando-se num palco de elegância silenciosa. As paisagens tornam-se pinturas vivas, cobertas por um véu despido e por vezes branco. Um brilhante que transforma cada parcela de terra num quadro de tranquilidade. As árvores, outrora vestidas em folhas de ouro e rubis, agora revelam os seus galhos entrelaçados, despidos de vaidade, mas carregados de histórias e promessas.

À medida que a neve dança suavemente do céu, cada floco é um fragmento de poesia que se deposita com irreverência. O silêncio do inverno, é a natureza a sussurrar os seus segredos mais profundos, aos ouvidos dos mais atentos.

As manhãs de inverno surgem envoltas em névoas celestiais, onde o sol se esforça para romper uma cortina de gelo. A luz dourada, filtrada pelo véu gélido, pinta a paisagem com tons suaves e acolhedores. É o despertar da natureza, um momento efémero em que a luz e a sombra dançam numa coreografia perfeita, iluminando o caminho para um novo dia.

As árvores de folha caduca, agora desprovidas de sua vestimenta sazonal, revelam a complexidade da sua estrutura. Os galhos, como braços estendidos, parecem aguardar a promessa da primavera, a promessa de renovação. É a serenidade da espera, a confiança de que a beleza ressurgirá mesmo nos momentos mais frios e silenciosos.

Nas noites gélidas do inverno, o céu é uma imensidão cintilante de estrelas, pontuada pela presença majestosa da lua. O ar cortante carrega uma sensação de magia, como se cada fôlego fosse uma aura misteriosa. Sob o manto estrelado, a quietude intensifica-se, convidando a uma contemplação sobre a vastidão do universo.

No aconchego dos nossos lares, os estalidos da lenha nas lareiras ecoam como se de uma canção se tratasse. O calor no interior das nossas casas, cria contraste com o frio impiedoso do lado de fora.

O inverno não é apenas uma estação do ano, mas um capítulo das nossas vidas na narrativa que é a natureza e a química. É um período de introspeção, de apreciação pela beleza e simplicidade.

O inverno, na sua essência, é uma obra-prima de serenidade e … renovação.

Até breve,
Jorge Nunes

11 Novembro, 2023 0 Comments

A Sony a “mudar as regras” da fotografia

A Sony a mudar as regras da fotografia, como?
Apresentou o seu novo modelo Alpha 9 III, em que se destaca logo à partida pelo seu sensor de imagem full-frame com sistema de obturador global. Ou seja, todos os pixels que compõem a imagem feita pela máquina são expostos e processados ao mesmo tempo, diferente do que se vê em todos os outros modelos, com processamentos “em série”. A Sony afirma ainda que este novo modelo não cria distorções nas fotografias e acrescenta a tecnologia de pré-captura de 0,1 até 1 segundo antes do botão do obturador ser totalmente pressionado. Ou seja, com a seleção na máquina de pré-captura podemos recuar até 1 segundo na obtenção de uma fotografia.

Como utilizador de sistemas Nikon, uma marca que confio desde há muito, vejo a Sony a elevar bastante a fasquia sendo que, toda a concorrência vai ter de acelerar o passo em busca de algo para que possam concorrer com estas novas “features” da Sony. Incrível!

Deixo-vos com o vídeo da Sony a apresentar o novo modelo Alpha 9 III.

 

15 Outubro, 2023 0 Comments

A jornada de 100 anos até Proxima Centauri B

A viagem de 100 anos até Proxima Centauri B é uma “viagem” de ficção científica ao planeta habitável mais próximo da Terra, a uma distância de 4,24 anos-luz, com uma nave espacial de fusão nuclear.

8 Outubro, 2023 0 Comments

Inteligência Artificial e a Fotografia

A fotografia é uma forma de arte e comunicação que tem evoluído ao longo dos anos. Desde a sua invenção no século XIX e com os avanços da tecnologia, a fotografia passou por várias transformações e um dos desenvolvimentos mais notáveis é o uso da inteligência artificial ou IA.

A IA tem desempenhado um papel significativo na revolução da fotografia, proporcionando melhorias em diversas áreas, desde a captura de imagens até ao processo de edição. Um dos principais objetivos pelos quais a inteligência artificial está a ser usada e aplicada na fotografia, é na melhoria da qualidade das imagens. Algoritmos de inteligência artificial podem ser usados tanto para reduzir o ruído em fotografias como para melhorar a exposição ou até mesmo para remover objetos indesejados nas imagens.

Além disso, a inteligência artificial tem também permitido o desenvolvimento de máquinas mais inteligentes que são capazes de reconhecer automaticamente cenas e ajustar os modos aos momentos para obter a melhor imagem possível sem intervenção do fotógrafo. Isto pode simplificar o processo, permitindo que haja uma maior concentração na composição e na criatividade, sendo que a máquina fotográfica trabalhará pelo fotógrafo, nas configurações mais técnicas.

Outra área em que a inteligência artificial está a criar um maior impacto na fotografia e até polémica, é na edição de imagem. Programas de edição de fotografia alimentados por IA, estão cada vez mais a realizar tarefas complexas, como a remoção de objetos, a melhoria da nitidez e a correção de cores de forma rápida, eficiente e muito importante, mais assertiva. Isto vai economizar tempo e esforço para quem fotografa e vai permitir que sejam alcançados resultados de imensa qualidade, muito mais rapidamente.

A inteligência artificial em fotografia está ainda a ser usada para criar novas formas de arte fotográfica. Ou seja, através de algoritmos profundamente avançados, basta com pedidos escritos ou orais por parte de um utilizador para se gerar imagens artísticas, como pinturas famosas ou fotografias antigas. Isto está a abrir um leque de novas possibilidades criativas,  tanto para artistas como para fotógrafos, permitindo assim uma fusão de diferentes estilos e técnicas.

A recente versão lançada pela Adobe, o Adobe Photoshop lançou os “sininhos” de preocupação neste meio. Questões éticas, de privacidade e mesmo autorais estão a levantar-se e a causar bastante “sururu”. Em tempos de disseminação de informações falsas ou enganosas, esta melhoria tecnológica tem os seus “defeitos”.

No entanto, a inteligência artificial continua a desempenhar um papel extraordinário na evolução da fotografia. Desde as melhorias na qualidade das imagens passando pela automação de tarefas de edição, a inteligência artificial está a tornar a fotografia cada vez mais acessível e criativa. É importante sim, usar estas ferramentas com responsabilidade, considerando as implicações acima mencionadas, de razão ética e de privacidade que as mesmas podem levantar.

É importante ainda destacar que a coexistência entre fotógrafos e a inteligência artificial, não necessita de ser vista como uma competição, mas sim como uma colaboração. Os fotógrafos podem aproveitar as capacidades desta tecnologia para aprimorar seu trabalho, melhorando tarefas e processos técnicos, permitindo assim mais tempo para a criatividade, como aliás já referido acima. A inteligência artificial por sua vez, beneficia também destas orientações humanas para também ela entender e representar emoções e contextos complexos nas imagens a “criar”.

Por fim, o “choque” entre fotógrafos e IA na fotografia, não é sobre quem vence mas sobre como essas duas forças, se podem unir para elevar a qualidade e a diversidade da arte fotográfica. A combinação de “skills” entre o fotógrafo e o uso da tecnologia de IA têm o potencial de elevar a fotografia a novos patamares de excelência e de criatividade. Assim espero, assim esperamos.

14 Setembro, 2023 0 Comments

Máquinas fotográficas Versus Smartphones

Tanto as máquinas fotográficas como os smartphones, são um recurso atual na forma como capturamos momentos e partilhamos as nossas experiências diárias. Ambos têm as suas vantagens e as suas desvantagens, e a escolha entre eles depende muito das nossas necessidades e das nossas preferências individuais.

Para muitos entusiastas da fotografia, como eu, as máquinas fotográficas continuam a ser a escolha principal. A qualidade superior de imagem que oferecem, a forma como as máquinas são projetadas especificamente para capturar fotos e vídeos com detalhes nítidos, cores precisas e uma ampla gama dinâmica, além das opções de objetivas intercambiáveis ​​permitem uma versatilidade incomparável na composição e no nosso estilo de fotografia.

Por outro lado, os telemóveis atuais, mais concretamente os smartphones, têm a vantagem da conveniência. Eles estão sempre à nossa mão, permitindo que capturemos momentos de forma espontânea e sem precisar carregar “um tijolo” de um quilo à parte mais uma mochila com acessórios. A tecnologia das câmaras dos smartphones, têm avançado tecnologicamente  de forma significativa ao longo dos anos, com sensores de alta resolução, multicâmaras, recursos de inteligência artificial para melhorar as fotografias e aplicativos de edição bastante poderosos.

No entanto, tirar fotografias com máquinas fotográficas FULL FRAME, APS-C‘s ou mesmo Bridge‘s, em vez de smartphones, oferece várias vantagens significativas. Aqui estão cinco razões para optar por uma “máquina a sério”, ao invés de um telemóvel com máquina fotográfica:

  1. A qualidade de imagem é superior: As máquinas fotográficas têm sensores maiores, o que resulta em imagens de alta qualidade com uma gama dinâmica mais ampla e melhor desempenho em condições de pouca luz. Isto significa cores mais vibrantes, detalhes mais nítidos e menos ruído nas fotografias, mesmo em ambientes mais desafiantes.
  2. Controlo total sobre as configurações: Com uma máquina fotográfica, temos controlo total sobre principais configurações. A abertura, a velocidade do obturador, o ISO o foco... Isto permite-nos ajustar o nosso cunho enquanto fotógrafos. As criação de imagens ao nosso gosto e de acordo com nossas preferências criativas e as condições específicas do ambiente.
  3. Lentes intercambiáveis: Uma das maiores vantagens das máquinas full frame e aps-c’s, é a capacidade de usar uma ampla variedade de lentes intercambiáveis. Isto permite-nos adaptar configurações a “milhares” de situações, desde fotografia de paisagens a retratos, macro e desporto, proporcionando uma flexibilidade incomparável.
  4. Desfoque de fundo ou segundo plano (bokeh): As câmaras full frame têm uma maior capacidade de criar um desfoque de fundo atraente, o chamado de bokeh, que é altamente desejado principalmente em fotografia de retrato ou fotografia de produto. É uma forma inteligente de destacarmos o nosso sujeito ou primeiro plano, criando imagens mais cativantes, vibrantes e profissionais.
  5. Durabilidade e manuseio: As máquinas fotográficas são construídas para durar e são mais resistentes do que os smartphones. Oferecem-nos um manuseio mais sólido e mais preciso com o resultado de tornar a experiência de fotografia muito mais envolvente.

Em resumo, uma máquina fotográfica oferece uma qualidade de imagem superior, controle criativo, flexibilidade de lentes, capacidade de criar primeiros e segundos planos mais atraentes, assim como uma durabilidade maior. É uma escolha ideal para entusiastas e profissionais que desejam levar sua fotografia a um nível superior em comparação com smartphones. Embora a fotografia de telemóvel seja mais conveniente e útil até em muitas situações, as máquinas fotográficas continuam a ser a escolha preferida quando se procura a melhor qualidade e versatilidade fotográfica. A escolha entre máquinas fotográficas e smartphones depende sempre do propósito e das preferências pessoais do fotógrafo. Se a qualidade de imagem e o controlo das mesmas são prioridades, uma máquina fotográfica dedicada é a escolha óbvia. No entanto, para a maioria das pessoas, os smartphones oferecem uma solução conveniente e capaz de atender às necessidades fotográficas diárias.

 

 

 

12 Abril, 2023 0 Comments

Perguntei ao ChatGPT…

Perguntei ao ChatGPT: Qual os pros e contras da objetiva nikkor z de 24-200mm ?

A Resposta:
“A objetiva Nikkor Z de 24-200mm é uma lente versátil que pode ser usada para fotografar uma ampla gama de assuntos, desde paisagens até retratos. Aqui estão alguns dos prós e contras desta lente:

19 Agosto, 2022 0 Comments

Arte Digital (Fabien Barrau) – Fotografia

Falo em concreto de Arte Digital em Fotografia.
Mas e o que é Arte Digital? Arte Digital é basicamente uma composição artística cuja a sua criação é maioritariamente baseada no uso da tecnologia.

17 Agosto, 2022 0 Comments

O Mundo sem Humanos – Documentário

O Mundo sem Humanos, é uma simulação de como seria o Mundo se de um momento para o outro os Humanos desaparecessem da face da Terra.